30/05/16

Nunca consigo abrir este blog, o que o condena a ser esquecido, a não ser mantido por quem quer que seja. Apercebi-me que há sim palavras a mais, mas eu preciso delas às vezes, de ser repetitiva, de dizer várias vezes a mesma ideia sem ter que limpar. Frases muito longas e textos aborrecidos, que não são para ninguém ler, servem só para ser escritos por mim e acabou-se aí. Nem eu os vou reler, o que é incrível. Para que vai servir um texto se não é para ninguém se acrescentar?
Acho que eu me condeno a acrescentar a toda a hora, só que nunca tinha percebido que o acrescento vem de vários sítios.

Se em seis linhas, usei duas vezes a palavra 'condenar', o caso está grave.

06/04/16

Depois da pausa!

Não vinha aqui desde Janeiro! E agora é tudo diferente dentro de mim... Quase tudo :)

24/01/16

19/01/16

Stirner, sobre os monstros

E o monstro inumano que se esconde em cada um de nós, seres singulares, como domá-lo? Que fazer para não soltar o monstro inumano juntamente com o homem?

Max Stirner, O Único..., p. 114

Lucky, happy together! :D


Hoje lembraram-se de mim por causa desta música
e foi muito bem lembrado! :D

16/01/16

Angustiada implacável



A literatura, por Susan Sontag, para a Anita (que também faz anos hoje)

Entrevistador: É antiquado pensar que o objectivo da literatura é educar-nos sobre a vida?

Susan Sontag: Bem, ela educa-nos sobre a vida. Eu não seria quem sou, eu não compreenderia o que compreendo se não fossem determinados livros. Estou a pensar na grande questão da literatura russa do séc. XIX: como deve uma pessoa viver? O romance que vale a pena é aquele que nos educa profundamente. Aquele que nos alarga o conjunto de possibilidades daquilo que é a natureza humana, daquilo que acontece no mundo. É um criador de intimidade.

Daqui.

07/01/16

Tão parado

Tão parado, este blogue. Fiquei sem que dizer - melhor, a querer dizer outro tipo de coisas.

06/01/16

De dentro do meu diário (vê-se o que está fora dele)





Mini-mini desenhinho da Anita.

Stirner e Duchamp

Marcel Duchamp and Max Ernst both read Max Stirner The Ego and His Ownwhen they were young. When asked later in life what philosopher was of special significance to his work Duchamp cited Stirner’s The Ego and His Own. In 1899 a French translation of Stirner’s book was published and this is probably the translation read by the young Duchamp.

03/01/16

2016

Estabeleci que leria 100 livros este ano. Foi um objectivo estúpido, estabelecer em número. Mas tenho duas listas, os urgentes e os úteis. Ler por listas é igualmente estúpido.
Se tivesse estabelecido que escreveria 100 artigos, teria sido mais inteligente. Mas estúpido a triplicar. Que raio de texto, este.