11/06/15

O fetiche do texto

O texto é um objecto de fetiche e esse fetiche deseja-me. O texto escolhe-me, através de toda uma disposição de telas invisíveis, de chicanas selectivas: o vocabulário, as referências, etc; e, perdido no meio do texto, há sempre o outro, o autor.

Roland Barthes, O Prazer do Texto, Ed. 70, 1973.

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