04/05/15

Esconder tudo

Sonhei que subia muito, muito, por uma alameda. Quando chegava lá acima, uns homens pediam-me para revelar o segredo. Eu não dizia nada, porque não sabia o que dizer. De repente, olhava para os braços e estavam cobertos de nódoas negras. O cenário mudava, agora estava dentro de uma caixa. Era o meu próprio funeral e eu sabia que tinha morrido porque não eram aconselháveis pessoas que escondiam coisas.
Foi uma noite riquíssima para o Freud.

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